Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/09/2020
É inegável dizer que o uso de tabaco no século XXI diminuiu, durante a Revolução Industrial, fumar era um ato de riqueza, de poder, já nos dias de hoje, o uso dessas substâncias vem aumentando e trazendo consequências. Ao analisar, entretanto esses problemas enfrentados por usuários que fumam, pode-se afirmar que o exagero pode ser fatal. Desse modo, o ponto- chave desse debate consiste em avaliar duas questões: as dificuldades das famílias que possuem parentes que utilizam o tabaco e a consequências daqueles que fumam.
O uso de tabaco mata mais de sete milhões de pessoas a cada ano e custa as famílias e governos mais de US$1,4 trilhão por meio de despesas de saúde, diz a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. Nesse sentido, famílias sofrem todos os dias para cuidar de parentes que usufruem do tabaco. Poucos hospitais abordam o tabagismo em pacientes hospitalizados, mesmo considerando que a hospitalização pode ser um momento oportuno para a interrupção do tabagismo. Devido a isso, os pacientes são obrigados a parar de fumar, independente do grau de motivação.
De acordo com a ´´SIS FARMÁCIA``, cerca de 4.700 substâncias tóxicas pode ser encontradas na fumaça do cigarro, 30% de fumantes passivos de adquirirem câncer de pulmão. Nesse sentido, é notório que usuários de tabaco podem ter muitas consequências, o mais perigoso é o câncer, que pode levar a morte, ademais que essa doença pode chegar a 4,9 milhões de mortes, ou seja, 10 mil mortes por dia. Essa situação é caótica, contudo, mutável.
Convém, portanto, ao Governo em parceria com o Ministério da Saúde, promover palestras, dicas em blogs motivacionais para ajudar essas pessoas a vencerem o tabaco, podendo ser feito com a ajuda de profissionais capacitados e a família sendo fundamental. É dever do Governo também melhorar a infraestrutura de hospitais que atendem pacientes com tabagismo. Além disso, garantir o bem-estar e a felicidade da população, é garantir a ordem e progresso da nação.