Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 03/10/2020
É notório que, após a descoberta do tabaco pelos índios na América do Norte e do Sul, o consumo passou a ser sinônimo de elegância entre os membros da sociedade, durante os anos de 1900 era considerado chique o ato de fumar e assim prosseguiu até aparecer as primeiras doenças. O tabagismo é o responsável por afetar todas as idades e sexo, por consequência das novas invenções e uma sensação de dependência devido a quantidade de nicotina.
Sobretudo a nicotina, de acordo com o Dr. Dráuzio Varella, leva de 6 a 10 segundos para chegar ao cérebro e causar todo o estrago no resto do corpo, de tal forma com doenças como o câncer, bronquite, enfisemas pulmonares e entre outros, afetando não só os fumantes diários, mas também aqueles inocentes que estão em volta. As vendas que deveriam ter diminuído com o passar dos longos anos do produto no mercado se mantém em alta e gerando elevados lucros aos grandes e médios produtores; mercadoria que antes era expressa até em brinquedos, como fofoletes dos anos 80, no presente é alvo de críticas.
Nesse meio tempo a sociedade não está impondo o cigarro como algo deslumbrante perante aos olhos, todavia a mesma incentiva com novas descobertas de sabores e inovações, deixando de ser apenas o cigarro, outrossim narguilés e vapers eletrônicos que chama atenção do público jovem que antes não se interessavam e o quanto antes entram em contato com o produto, mais problemas como infarto e AVC.
Por todos esses aspectos, o tabagismo continua em alta entre jovens e adultos, mas que pode ser reduzido com o apoio da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), com reuniões de apoio e palestras de ex fumantes, além de envolver os esportes de prática individual como academia e coletivo, jogos futebolísticos, tirando a ansiedade e a necessidade de ter algo sempre na boca, substituir o cigarro por uma boa alimentação e procurar o apoio da família durante esse processo de transição