Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 15/10/2020

Segundo Aristóteles, filósofo grego, o ser humano é um ser social, desse modo é necessário que suas ações não prejudiquem aqueles que estão ao seu redor. De maneira análoga, a questão do tabagismo, uso exagerado do tabaco, não foi superado pela sociedade, mesmo com as inúmeras consequências negativas que o vicio traz. Nessa perspectiva, deve-se  debater acerca da problemática do tabagismo no século XXI.

A priori, de acordo com a uma pesquisa realizada pela Revista Galileu, 30% do valor destinado ao Sistema Único de Saúde (SUS), em 2011, foi empregado nas despesas geradas pelo cigarro. Desse modo, é notório o gasto econômico que os dependentes do tabaco ocasionam para os cofres públicos. Além disso, esses fundos poderiam ser destinados para outras áreas da medicina, como a produção de vacinas e antibióticos.

Ademais, com o aumento populacional, há uma maior quantidade de indivíduos que se utilizam do cigarro, de maneira que a ocorrência de óbitos decorrentes de doenças pulmonares tem se alastrado. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, o cigarro é o principal fator de risco para o câncer de pulmão seus usuários possuem 20% de chances de apresentarem doenças cardiovasculares.

Entende-se, portanto, que ações devem ser tomadas a fim de resolver tal problemática. Dessarte, cabe ao Ministério da saúde em parceria com a mídia fazer uma melhor divulgação dos trabalhos contra o vício do tabagismo, resultando assim, em uma vida de melhor qualidade para todos os cidadãos, e uma diminuição de gastos relacioandos ao tabagismo.