Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 07/10/2020

Com a 4ª Revolução Industrial se tornou comum transtornos ligados à velocidade excessiva dada pela grande quantidade de informações por um toque e, juntamente a isso, o uso de drogas para desacelerar e relaxar aumentou. Com o crescente número de casos de fumantes há um acréscimo nos custos de tratamentos de saúde, ligados a recuperação dos danos causados pela nicotina, e, além disso, ocasiona a diminuição da produtividade de trabalho.

Em primeira análise, segundo a revista Super Interessante, o cultivo de nicotina começou em aproximadamente 6000 a.C. e desde então a droga tem se popularizado cada vez mais, principalmente pelos seus efeitos calmantes. Ao examinar essa popularização em conjunto com a afirmativa  dada pela diretora da Organização Mundial de Saúde,  Margaret Chan, que diz que o tabaco é um risco ao mundo, pode-se associar diversas doenças ocasionadas pelo uso continuo dessa droga, representando assim um aumento nos custos de saúde relacionados ao tratamento de fumantes.

Outrossim, ao usar constantemente essas substâncias, o sistema respiratório acaba sendo comprometido, isso resulta em uma diminuição do transporte de oxigênio pelo corpo e uma menor disponibilidade energética para realização de funções, sendo assim acaba por minimizar a produtividade de trabalhadores, principalmente os que necessitam utilizar esforço físico constante.

Portanto, ao ser amplamente disponibilizado para a população o tabaco gera consequências no corpo e também na eficácia de trabalho. Sendo assim, é importante que o governo aumente as taxas relacionadas ao custo do cigarro e acrescente normas para o consumo, para que seja mais difícil se ter acesso a essas substâncias, por meio de uma maior fiscalização de locais de venda e da regulamentação mais restritiva, resultando assim em menor consumo, menor custo com saúde voltado ao tratamento de doenças ocasionadas pelo uso do cigarro.