Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 11/10/2020

Segundo o Healthy-Heart, o tabagismo mata cinco milhões de pessoas no mundo e o passivo mata 600 mil pessoas. São diversos os prejuízos causados por esse vício, um deles é o câncer de pulmão, o qual ainda não se conhece uma receita para a cura. Além do cigarro ser prejudicial para próprio fumante, atinge os que estão a sua volta, com uma fumaça ainda mais tóxica e o risco de terem as mesmas doenças.

Apesar de serem tantos os problemas por conta dessa dependência, uma grande parcela da população faz o uso do derivado do tabaco. A adolescência é participativa nesta ocasião, principalmente pelo uso do narguilé que resulta em maiores substâncias nocivas do que o cigarro. Devido a falta de um aconselhamento, os muitos exemplos e o efeito prazeroso, se tornam vítimas da nicotina e assim se torna mais difícil o controle dessa droga em nosso meio.

Existem também os fumantes passivos, que são os que sofrem as consequências sem ao menos terem culpa. As crianças são as principais sofredoras, não apenas durante o tempo na barriga, onde já apresenta uma maior disponibilidade para doenças respiratórias, mas também na convivência diária com o nocivo cigarro. Por isso, o indivíduo deve ter conhecimento de que a sua fumaça, pode causar problema em outros.

Portanto, para cessar os problemas causados por essa substância, é necessário uma lei que a proíba. Proibindo a sua produção, a rede publica pode oferecer tratamentos com medicamentos para as síndromes de abstinência da nicotina e com o auxilio da família e de amigos, distrair o portador do vício em momentos do pico da vontade. Os gastos seriam apenas para o tratamento e logo depois o problema do tabagismo pararia de atrapalhar a economia e a vida das pessoas.