Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 15/10/2020

No século XVII, o consumo do tabaco era destinado para fins medicinais, mas com a revolução industrial e com o avanço do capitalismo, no século XIX, as primeiras fábricas de cigarro apareceram com grande demanda e preços baixos. Nesse sentido, no cenário brasileiro atual quando consumido faz-se uma droga recreativa com grande potencial para provocar dependência química. Assim, sendo uma prática viciante, torna-se o hábito altamente nocivo e preocupante trazendo prejuízos a toda a população, desde riscos à saúde dos fumantes ativos até a dos fumantes passivos. Dessa forma, é necessário ampliar políticas para estimular a diminuição desse hábito prejudicial no país.

Em primeiro plano, cabe ressaltar os impactos ruins do vício na vida de indivíduos que o possuem. O médico Dr. Drauzio Varella alega a gravidade da dependência da substância nicotina que atua como um psicoativo estimulante do sistema nervoso central humano causando uma dependência. Assim, fica evidente o perigo ao qual o tabagismo submete seus usuários, haja vista que com o consumo incessante do cigarro há o desencadeamento de doenças como o câncer de pulmão, pneumonia, eclodindo as doenças cardiovasculares e fazendo com que homens vivam 12 vezes menos que um não fumante e as mulheres 10 vezes menos. Por certo, é imprescindível melhorar as estratégias de diminuição desse vício.

Ademais, é importante salientar os impactos negativos do uso do tabaco na população brasileira considerada “fumante passiva”, aquelas que respiram a fumaça produzida pelos que fumam. De certa forma, as consequências físicas desse grupo podem ser iguais ou até mais prejudiciais já que fumaça eliminada não passa por um filtro como a inalada pelo fumante. Logo, as implicações da dependência de nicotina prejudicam não só os usuários como também as pessoas que os rodeiam e se projetam como um perigo grave ao Brasil, o que justifica a urgência de se estabelecer medidas mais convincentes de diminuição desse mau hábito em território brasileiro.

Por fim, nota-se a urgência das decorrências do tabagismo na população brasileira sejam amenizadas. Portanto,  é necessário que o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, combata o consumo do tabaco – com orientações a pessoas não fumantes e a dependentes da nicotina apontando para as consequências do vício e exemplificando com relatos reais, além de oferecer acompanhamentos de médicos e psicólogos aos que estiverem dispostos a largá-lo – o que pouparia vidas  e poderia desafogar o sistema de saúde pública brasileiro.