Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 15/10/2020
No filme O Informante, o ex-executivo de uma empresa de tabaco resolve dar uma entrevista alegando as diversas consequências e a capacidade viciadora da nicotina. Apesar de ser um filme de suspense, ele explica e mostra as várias catástrofes que o cigarro pode causar no corpo humano, além de conscientizar sobre o uso do tabagismo.
Segundo o texto do site paho.org, diz que o uso de tabaco mata mais de sete milhões de pessoas a cada ano e custa a famílias e governos mais de US$ 1,4 trilhão por meio de despesas de saúde e perda de produtividade. Embora o alto número de mortes, e também de despesas relacionadas a saúde, os cidadãos que ingerem e se submergem ao vicio e a dependência da nicotina ainda usam o produto e por mais que saibam dos riscos, não o largam. Além de causar uma compulsão pelo fumo, do mesmo modo pode-se desenvolver câncer de pulmão, doenças pulmonares, causar mortes através de AVC, pneumonia e até mesmo infarto.
Durante o século XVII, o consumo do tabaco era destinado somente para os fins médicos, porém após a Evolução Industrial ele passou a ser utilizado para outros fins. Naquela época, acreditava-se que o cigarro poderia ser usado no combate ao stress e à ansiedade. Um exemplo de alguém que sofreu os danos do tabagismo é a entrevistadora Ana Maria Braga que conseguiu vencer o câncer de pulmão.
Levando-se em consideração esses aspectos, é necessário que o Ministério da Saúde aumente acesso de informações sobre o cigarro e seus determinados riscos, além de dificultar a aproximação ao fumo através do aumento dos impostos sobre o produto.