Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 16/10/2020

No Brasil Colônia, durante o século XVI, as missões jesuíticas eram realizadas para a extração de produtos como o tabaco. Tal exploração fez com que essa substância se tornasse presente na cultura brasileira, auxiliando no surgimento do Tabagismo, dependência que vigora no século XXI. Como consequência dessa aparição, tem-se a degradação do meio ambiente, além da agressão à saúde humana. Assim, medidas são necessárias para atenuar essa problemática.

Nesse contexto, o Tabagismo consiste na dependência física e psicológica do consumo de nicotina, substância presente no tabaco, utilizado na produção de cigarros. Esse produto foi o astro da chamada “Era de Ouro”, onde, nas cenas, atores fumando era sinônimo de glamour. Então, com esse consumo em ascensão, os agricultores, sem impedimentos estatais, passam a usar agrotóxicos, para acelerar a produção desse produto. Com isso, a contaminação do solo, devido a esse agente acelerador, impacta gradativamente o meio ambiente.

Ademais, o consumo da nicotina causa danos não só ao ecossistema, mas também à saúde. Fato é que, as células pulmonares dos fumantes sofrem 150 mutações diárias e, biologicamente, as transformações celulares são o princípio do câncer. Então, é notável que esse hábito é prejudicial ao ser humano, o qual, isento de uma conscientização eficaz, fica à margem de tal risco supracitado.

Observou-se, desse modo, que medidas são necessárias para resolver o impasse. Sendo assim, é dever do Ministério do Meio Ambiente (MMA), como órgão responsável pela preservação do ecossistema, impedir o uso de agrotóxicos, por meio da entrega de um projeto de lei à Câmara dos Deputados, a fim de minimizar os danos ao solo. Além disso, é papel do Ministério da Saúde (MS), como órgão mediador do bem-estar social, promover simpósios eficazes e conscientizadores, acerca dos malefícios do fumo, por meio de transmissão ao vivo nos canais de comunicação, objetivando atenuar o número de dependentes.