Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 23/10/2020

Nicotiana tabacum, mais conhecida e comercializada como Tabaco, uma planta, cuja das folhas se faz a maior parte da composição do cigarro, acaba por destruir, diretamente, mais de 7 milhões de vidas por ano. Além de gerar um enorme gasto governamental, encaminhado para o tratamento de doentes. A produção, comercialização e a vontade de fumar, tem que ser reduzidas ao máximo, para que não estrague tanto a vida do fumante, quanto a das pessoas ao seu redor.

Antes dos anos dois mil, o ato de fumar era visto como algo charmoso e legal, hoje em dia sabemos do prejuízo que é causado, como as doenças cardíacas e pulmonares, citando por exemplo, o câncer e a tuberculose.  Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), apenas no Brasil, todos os dias morrem 428 pessoas, por conta do tabagismo.  Sabe-se que chega a ser um vicio para alguns, mas com o tratamento adequado, pode-se reduzir o consumo de cigarro para um bem maior.

Se por um lado as empresas lucram com a venda de cigarros, em contrapartida, temos os gastos para poder salvar a vida daqueles que insistem em consumi-lo. Segundo a OMS, cerca de R$ 56 bilhões são gastos para tratar doentes provocados pelo tabaco. Tal dinheiro poderia ser direcionado para melhorias públicas, de hospitais, clínicas, unidades de pronto atendimento entre outros serviços, daqueles que tentam ter uma vida melhor.

Portanto, para a solução desses impasses, medidas devem ser tomadas. Mobilizações com a intenção de atingir um maior número possível de publico, para que possa divulgar os danos que o tabaco causa tanto para o fumante quanto para quem está ao seu redor. As empresas produtoras devem ser fiscalizadas e incentivadas a produzir menos, assim, gradativamente, menor será o acesso ao cigarro. Organizações de ONG’s podem contribuir, visando ajudar aqueles que querem deixar o vicio e parar de fumar. Assim, com uma ajuda comunitária, a toda a sociedade se ajuda.