Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 22/10/2020

Antigamente, fumar era visto como uma forma de socializar e até poucos anos atrás, essa socialização era refletida e permitida em bares, restaurantes e hotéis. Atualmente, a tolerância é mínima e as restrições são maiores, devido ao conhecimento de ser uma droga altamente viciante e prejucial à saude e ao meio ambiente.

O cigarro é algo tão comum e visto a todo momento por  ser uma droga legalizada, apesar de ser a que causa mais dependência. O vício ocorre porque ao fumar,  a nicotina é rapidamnete absorvida pelos pulmões, indo ao coração e se espalhando pelo corpo através do sangue. Dessa forma, chega ao cérebro e ao sistema nervoso, onde age com receptores ligados à sensação de prazer. Esses, ao serem estimulados, posteriormente entrarão em contato com circuitos de neurônios responsáveis pela busca dessa sensação. O cigarro leva à morte de 4,9 milhões de pessoas anualmente e contém 4.700 substâncias tóxicas que, além de prejudicarem a nossa saúde, poluem o ar.

Outro problema relacionado a essa prática, é o grande impacto ambiental que ela traz consigo. O tabaco, desde o cultivo até o  consumo, afeta o ar, o solo, a água e causa desmatamento.  Isso tudo por necessitarem de agroquímicos, e requererem extensivo de energia e água. Além disso, dois terços dos cigarros são lançados ao solo, gerando  entre 340 milhões e 680 milhões de quilos de resíduos de tabaco por ano, representando de 30% a 40% de todo o resíduo recolhido em áreas urbanas e litorâneas.

Sendo assim, há a necessidade clara de encontrar soluções para reduzir o índice de tabagismo, pelo bem da humanidade e da natureza. Há algumas medidas viáveis, como o aumento dos preços, restringir os locais de comercialização e a continuação do Programa Nacional de controle do Tabagismo.