Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 23/10/2020
O século XXI iniciou com vários desafios que urgem da atenção do Estado, com destaque para uma problemática que afeta a saúde e o desenvolvimento da nação: O tabagismo. É indiscutível a necessidade de obordar essa problemática já que o fumo prejudica tanto a saúde da população, quanto o meio ambiente.
Em primeira análise, o ato de fumar, sem dúvidas, prejudica a saúde do fumante como também a daqueles que convivem com ele. De acordo com estudo feito em 2016 pela Fundação do Câncer, o cigarro contém mais de 4000 substâncias nocivas das quais 50 delas são cancerígenas além de o fumo ser a causa direta de inúmeras deficiências pulmonares. Sob isso ainda vale citar que a exposição constante à fumaça do cigarro causa problemas respiratórios, então a convivência com um usuário de nicotina faz com que o indivíduo também contraia alguma doença.
Em segundo lugar, o meio ambiente também sofre com a prática do tabagismo. A ponta do cigarro é um dos lixos mais descartados do mundo e isso é feito, na maioria dos casos, de forma indevida, o que polui os rios, solos e a atmosfera. Pesquisas da OMS mostram que, em média, 10 milhões de bitucas de cigarro, que possuem grandes concentrções de metais pesados, são jogados no meio ambiente, o que causa a infetilidade do solo, além dos resíduos da fumaça contribuir para o efeito estufa.
Dessa forma, fica claro que o tabagismo no séc XXI se torna uma problemática que precisa de uma intervenção. Para isso o Ministério da Saúde deve combater a prática do fumo através de leis como a Lei anti fumo de 2011, que proíbe o uso de cigarros em estabelecimentos fechados; também é necessário que haja o acolhimento dos viciados em nicotina nos postinhos de saúde para a reabilitação. Para que assim ocorra a diminuição do tabagismo e a nação consiga avançar nesse século.