Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 25/10/2020

O consumo do cigarro no século XX baseava-se inicialmente em status social principalmente aos jovens da época, todavia, teve suas centenas de malefícios ocultados, causando assim, os efeitos vistos no século XXI, sendo o tabagismo responsável por uma considerável má influência na vida do indivíduo e da sociedade.

Visto isso, os adolescentes do século passado ao serem influenciados pelos amigos e, sobretudo pelas propagandas, mantiveram seus hábitos ,devido ao vício existente, por grande parte de suas vidas, sendo apenas reveladas as sérias consequências no século XXI. Com isso, o comércio aumentou mais e mais com o tempo.

Diante desta perspectiva, é evidente a notável quantidade de substâncias tóxicas existentes no cigarro, como por exemplo: nicotina (responsável pela dependência química) , monóxido de carbono, plutônio e metais pesados. Deste modo, tais componentes acabam por causar, a princípio, reações alérgicas e, a partir do uso contínuo, variadas doenças cancerígenas tanto no usuário do produto quanto na pessoa que ingere a fumaça acidentalmente (fumante passivo).

Outrossim, é perceptível que o vício que o tabagismo causa na população é responsável por doenças psicoativas e de cerca de 8 milhões de mortes por DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), assim como aponta a OMS e a CID-10 - Organização Mundial da Saúde e a Revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, respectivamente.

Dado o exposto, o Governo Federal juntamente com as escolas precisam elaborar palestras e campanhas para o maior número possível de praticantes do tabagismo, expondo todos os maus aspectos do cigarro. Assim, podendo ajudar a curá-los e, enfim, havendo a diminuição de  milhões de doenças e mortes. Além disso, os prefeitos devem investir no fortalecimento da Lei Anti-fumo e aplicar coletores de bitucas pelas ruas das cidades.