Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 26/10/2020
No filme “É proibido fumar”, o músico Max luta para acabar com o seu vício compulsivo pelo cigarro. Analogamente a obra, milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem ao lidar com os desafios do tabagismo e suas consequências, sendo elas: doenças e gastos na saúde. Logo, é necessário discutir maneiras de impedir que essa dependência cause estragos na sociedade do século XXI.
Em primeira análise, é evidente que a herança da produção do tabaco do século XVIII conservou-se na comunidade atual, sendo o maior problema de saúde pública do mundo moderno. Nesse sentido, muitos estão sujeitos a tentação de consumir a droga, sendo expostos a enfermidades como bronquite, cânceres, úlceras, entre outras. Além disso, o hábito de fumar é responsável por levar mais de 300 pessoas a óbitdo por dia no Brasil, superando acidentes de trânsito e crimes, em conjunto.
Ademais, o fumo causa prejuízos de bilhões na economia dos países, provocados pelos altos custos médicos e perda de produtividade. De modo que, mesmo com a busca de remédios e a impostos do produto, o capital da nação não cobre o saldo negativo resultante do tabagismo. Outrossim, o mal-estar causado pela toxina leva a incapacitação de trabalhadores e morte prematura, assim, reduzindo a taxa de empregados nos trabalhos.
Portanto, é importante solucionar o problema discorrido. Para isso, o Ministério da Educação deve promover estudos sobre o impacto do cigarro por meio de palestras e aulas, a fim de combater a cultura herdada do passado. Assim, cenários como o da composição cinematográfia citada não acontecerão mais.