Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 26/10/2020
Entre as décadas de 40 e 70 fumar era considerado algo deslumbrante, principalmente por conta da influência de astros cinematográficos - muitos deles mortos por câncer no pulmão. E, como afirma Rousseau, o homem é produto do meio. Assim sendo, inúmeros indivíduos adquiriram essa prática em seus cotidianos. Entretanto, essa ação ocasiona males irreversíveis para os sujeitos e até mesmo para os que não realizam esse feito.
À vista disso, como dizia o pensador chinês Confúcio: ‘‘Se queres prever o futuro, estuda o passado’’. Em consequência da fama da cigarrilha no passado, hodiernamente muitos sujeitos ainda a utilizam. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde(OMS), tal fator poderia provocar um bilhão de mortes no século XXI, o que demonstra como, apesar da taxa estar diminuindo, até ao presente ainda existem muitos adeptos dessa prática, além de demonstrar o grande risco que tal execução apresenta.
Diante disso, pode-se mencionar, conforme uma pesquisa revelada pelo Instituto Nacional de Câncer(INCA), tendo como base 2015, somente no Brasil são cerca de 156 mil mortes relacionadas ao tabagismo. Isso se deve ao fato do tabaco conter diversas substâncias tóxicas - muitas causadoras de câncer - que, prejudicam - além dos fumistas ativos - fumantes passivos, o meio ambiente e a economia - que, por um levantamento feito por estudantes da Unicesumar, obteve-se que um fumador gasta, em média, 10 mil reais ao ano. Confirmando como tal atividade causa desvantagens para toda a sociedade.
Em virtude dos aspectos mencionados, cabe ao Ministério da Saúde elaborar uma campanha que, por meio de palestras e exposições demonstre as consequências do fumo, através de conversas com especialistas, pessoas que já tiveram esse vício e afins. Tudo isso com o propósito de conscientizar a população sobre os malefícios, uma vez que, sendo conhecedores dessas informações, podem diminuir a prática do fumo.