Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/10/2020
Já dizia Pablo Neruda, “Você é livre para suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências”. Nesse ponto de vista, a questão do tabagismo na sociedade brasileira torna-se cada vez mais frequentes nos hábitos das pessoas, os tornando-os presos aos seus efeitos e prejudicando a saúde no decorrer do tempo.
Vale destacar, de início, que o poeta chileno traz uma citação da qual se faz relevante para a problemática, já que o ser humano é independente para suas escolhas, mas colherá resultados posteriormente que pode ser bons ou ruins. Uma questão negativa muito vista é o alto consumo do tabagismo na sociedade brasileira, principalmente, pelos jovens que estão ingerindo com mais frequência o cigarro, por exemplo, principal fator no desenvolvimento de câncer de pulmão, que mais mata gente no mundo, de acordo com Sociedade Brasileira de Cancerologia. Nessa perspectiva, as pessoas quando consomem constantemente, acabam induzidas ao abuso e a dependência, pois o tabaco apresenta a nicotina que produz a sensação de prazer, alimentando para submissão ao uso do produto. Diante disso, provoca cada vez mais o aumento dos riscos de mortes, dado que, em relação aos não-fumantes, a probabilidade de vida é três vezes menor, segundo o INCA( Instituto Nacional de Câncer).
Nesse sentido, o cigarro industrial é o tipo mais consumido no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde, que estima que adolescentes entre 13 a 15 anos fumam em todas as nações. Vale ressaltar que, as consequências desses hábitos são diversas, como pode agregar em transtornos mentais, conciliando em mudanças de comportamentos que são derivados das substâncias psicoativas. Ademais, podem desenvolver infecções respiratórias, impotência sexual, infertilidade tanto do homem quanto em mulheres, entre outros. Com isso, é visível que tal produto tem que ser evitado pela população para que não ampliem os casos de pessoas doentes no país.
Insere-se, portanto, que, em prol da saúde pública, a situação seja amenizada e resolvida com bastante cautela. Para isso, o Governo em conjunto com o Ministério da Saúde, deve analisar o assunto e desenvolver projetos por meio de palestras dadas em lugares públicos e em escolas, conscientizando os indivíduos sobre os riscos à saúde. Bem como, crie leis que proíbam o consumo do cigarro e também a venda desses produtos, para que assim, diminua os números de pessoas com tais problemas citados. Além disso, se faz necessário investir em tratamentos de reabilitação para aqueles que já se encontram dependentes das substâncias.