Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 11/11/2020
Os cigarros são utilizados desde a época dos Maias e dos Astecas para fins medicinais em rituais típicos desses povos antigos. No entanto, a partir do século XX, com o crescimento da industrialização, o uso do cigarro se tornou excessivo e danoso, causando uma dependência chamada “tabagismo”, um grande obstáculo do século XXI. Problemas graves relacionados à saúde e altos custos de tratamento são exemplos dessa problemática.
Em primeiro lugar, o tabagismo é danoso pois os componentes do cigarro apresentam substâncias tóxicas que agridem o organismo. De acordo com o site “O globo”, o tabaco carrega mais de 4.700 substâncias que são prejudiciais à saúde. Tais informações, somadas ao uso constante de cigarros, trazem consequências como o câncer de pulmão e doenças cardíacas que podem causar a morte prematura do indivíduo.
Além disso, um dos grandes problemas do tabagismo são os custos dos tratamentos das doenças causadas pelo vício. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, cerca de 8,04% dos gastos públicos são direcionados à pessoas fumantes com doenças que poderiam ser facilmente evitadas com a interrupção do uso dessas substancias. Como consequência, um alto valor é gasto todos os anos para tratar problemas que não existiriam caso o uso do cigarro fosse reduzido na população.
Portanto, para que o problema do tabagismo perca força, é necessário que o Ministério da Saúde invista em campanhas, por meio de mídias sociais e TV, expondo os problemas do tabagismo e convidando fumantes a tratar desse vício para que, assim, as pessoas tenham consciência da gravidade do uso do cigarro. É preciso também, que o Ministério da Saúde, em conjunto com o da Economia, crie projetos de reabilitação para fumantes, oferecendo nos hospitais atividades que visem a interrupção do uso dessas substâncias. Com isso, o tabagismo será um problema cada vez menos frequente no século XXI.