Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 01/11/2020

Na atualidade, mesmo com a existência de uma variada gama de pesquisas e demonstrações acerca dos perigos de se utilizar o cigarro, as pessoas continuam fumando como se fosse algo glamoroso, como muitas vezes se é retratado em filmes, séries e até mesmo em desenhos infantis. Com isso, o início do vício, pode acontecer quando tenta-se retratar o que se vê na mídia, o que pode ocasionar na dependência da nicotina.

Primeiramente, o Sistema Único de Saúde (SUS) têm grandes gastos com a tentativa de auxiliar um dependente do tabaco a se desvincular do vício a nicotina utilizando métodos como o chiclete de nicotina e adesivos que contenham a substância, para dessa maneira buscar a diminuição gradual da necessidade fisiológica do usuário de adquirir a nicotina. Todo o tratamento é oferecido gratuitamente por meio do SUS, porém o tabagismo é um doença que poderia ser evitada com a diminuição da quantidade de produto em mercado, mas a indústria tabagista possui um grande campo de atuação e importância financeira.

Seguidamente, é notória a influência da mídia através do “marketing”, na busca de realizar a propaganda de forma chamativa, elucidando apenas que o ato de cigarrar é algo belo e que não irá trazer consequências, no entanto, a verdade é outra, pois o tabaco, segundo, a Organização Mundial da Saúde mata mais de 8 milhões de pessoas por ano, todavia não se são contadas apenas as mortes diretas por quem fuma, mas também dos não fumantes que mantêm convivência com fumistas. Realizando uma paráfrase do versículo bíblico: “O inocente paga pelo pecador.”; ao se conviver com alguém que tenha o hábito de fumarar o tabaco, e poder desenvolver sérios problemas por conta disso.      Portanto, faz-se necessária a intervenção governamental, de cunho político-social, na junção com profissionais da área da saúde por meio da mídia, comícios, palestras em ambientes escolares e a internet abordar mais abertamente sobre os riscos de começar a consumir o cigarro, tanto a quem está realizando o ato, quanto para os demais que mantêm proximidade, para com isso obter-se, uma diminuição no quadro clínico de pessoas com doenças crônicas causadas pelo tabaco e na curva de mortalidade.