Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 03/11/2020

Durante a Segunda Guerra Mundial, o consumo de cigarros era altíssimo, já que os soldados acreditavam que o tabaco poderia reduzir problemas de estresse e ansiedade, ajudando, assim, no combate. Entretanto, no século 21, o cigarro ainda é muito utilizado. Contudo, diferente daquela época, hoje sabemos dos malefícios que esta droga causa, prejudicando tanto o consumidor quanto na pessoa que convive com um  fumante.

Antes de mais nada, é de suma importância destacar as diversas doenças que o uso excessivo de nicotina pode causar. Sendo assim, enfermidades como câncer -principalmente o de pulmão-, AVC, pneumonia e várias outras, podem acabar sendo mortais. Segundo uma pesquisa feita pela OMS em 2017, 428 pessoas morrem todos os dia por causa do tabagismo no Brasil, fato que preocupa o país, já que 156.217 mortes poderiam ser evitadas por ano.

Logo após, deve-se destacar a preocupação com a saúde dos chamados fumantes passivos, pessoas que não usam cigarro mas convivem com quem fuma regularmente. Todavia, ao contrário do que é comumente pensado, os não fumantes que inalam a fumaça do tabaco tem um risco maior de adquirem doenças. Isso se deve ao fato de que há na fumaça três vezes mais nicotina, o que agrava o risco dessas patologias. Segundo a revista Galileu, há mais de 14 milhões de brasileiros que são fumantes passivos e que correm o risco de apresentar algum tipo de tumor maligno, fato esse que corrobora os riscos da saúde desses cidadãos.

Portanto, é dever do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação conscientizar a população, por meio de políticas públicas e palestras educacionais pelas escolas do Brasil, visando reeducar a população sobre os riscos que o tabagismo pode causar na saúde dos seres humanos, mostrando, de forma clara e objetiva, os malefícios que o uso dessa droga pode causar. Somente assim, tanto jovens quanto adultos estariam cientes dos problemas e contribuiriam para um país com uma expectativa de vida maior e com habitantes mais saudáveis.