Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 06/11/2020
Segundo a primeira lei de Newton ou lei de inércia, um corpo tem a tendência de continuar em seu estado natural, ou seja, em repouso, caso não receba uma força externa que possa interferir. Assim como na física a sociedade brasileira tem se estagnado frente ao tabagismo, por falta de uma intervenção.
Primeiramente é valido destacar que a negligência governamental colabora com esse cenário. Sabendo que o risco do consumo causa várias doenças e que ainda não existe cura. Todavia, o Brasil não possui porte em seus hospitais para tantos casos, principalmente quando se trata de saúde pública. A autoridade deveria adotar medidas firmes de controle em relação ao tabagismo.
Ademais, a escassa abordagem desse problema agravam essa situação. A mídia têm o poder de influenciar as pessoas contra o tabagismo, mas afim de contribuir com as indústrias de cigarro lucrativas, criam publicidades maciças que estimulam o consumo com propagandas atraente e bem produzidas e através dos ídolos e modelos de comportamento em geral.
Portanto, fica evidente uma solução para esse problema para a construção de uma sociedade mais culta. Nesse âmbito, cabe ao Governo junto ao Ministério de Saúde implementar através de uma lei rígida que proíba a utilização do tabagismo em locais públicos e com campanhas, como Proerd, em escolas e fora delas, que exibissem com clareza os danos ao consumidor. Dessa maneira, o país podera superar tal problema.