Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 06/11/2020
O tabaco foi considerado por muitos anos, principalmente nas décadas de 60 e 70, sinônimo de charme, elegância e badalação, apesar do alto grau de conhecimento da população sobre os malefícios do mesmo. Entretanto esse problema não ficou somente no passado. Nesse ponto de vista, é extremamente necessário o combate ao tabaco no Brasil, mal este, que geralmente aprisiona a vítima logo na juventude e dizima milhões de vidas em todo o mundo.
O vício no tabaco mata milhões anualmente. De acordo com a OMS, mais de 8 milhões de pessoas morrem em todo o globo em decorrência do fumo. É evidente, a falta de preparo e conscientização da população, que mesmo com exorbitantes números de óbitos, se deixa levar pelo momento. A falta de políticas públicas pertinentes infere ainda mais a situação, tornando-a praticamente banal no cenário brasileiro. Paralelo a essa desfavorável conjuntura, incontáveis vidas são perdidas e tomadas por doenças gravíssimas, como diversos tipos de câncer e doenças respiratórias.
A moda nunca se foi. Pode-se afirmar, que os jovens brasileiros se sujeitam cada vez mais ao quadro deplorável do tabagismo. Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de jovens fumantes aumentou quase 1%, de 2016 à 2017, no Brasil. Apesar de parecer pequena, essa taxa assusta e reflete a realidade brasileira, que está no caminho para um novo aumento, já que outros elementos para o uso do tabaco viraram tendências recentemente, são estes os narguilés e os cigarros eletrônicos, integrantes de praxe da nova onda tabagista.
Em síntese, a sociedade brasileira perde feio a luta contra o fumo, e é papel do Estado exercer a manutenção do seu povo. Para isso, é fundamental atitudes do Ministério da Saúde junto ao Ministério da Educação, que visem o combate deste grande inimigo nacional, por meio de palestras que alertem os jovens, e de tratamentos destinados à cidadãos em vício, a fim de amenizar o caos tabagista no Brasil.