Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 09/11/2020

Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável, cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo com o avanço no sistema capitalista, recai sobre o homem o compromisso de rever melhor suas escolhas. No século XXI a preocupação com os impactos causados pelo tabagismo é necessário para a melhoria da saúde da população e evitar estragos no meio ambiente. Nessa perspectiva, é impreterível uma intervenção com o fito de mitigar os problemas supracitados.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano, entre elas fumantes ativos e passivos. Além disso, o tabaco é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças, como câncer, tuberculose e ataques cardíacos mortais. Mesmo que implantada a lei antifumo em 2011, na qual proíbe a propaganda de cigarro como também alerta do Ministério da Saúde na embalagem, o número de fumantes tem aumentado cada vez mais.

Outrossim, é importante expor, que o tabaco do cultivo ao consumo afeta o ar, o solo, a água e ainda causa desmatamento. Visto que os principais impactos são a contaminação do ar pela aplicação de agrotóxicos e queima de madeira para secagem das folhas, na qual emite partículas tóxicas. Como também a contaminação do solo e de lençóis freáticos, os filtros de cigarro demoram cerca de 5 a 15 anos para se degradarem.

Infere-se, portanto, a premência de buscar soluções viáveis para essa problemática. Para tal, é de importância ímpar que o Ministério da Saúde não só forneça auxílio psicológico e auxílio medico, aos que querem se livrar do vício, mas também em parceria com a mídia promover  propagandas na qual ressaltem os prejuízos causados pelo  cigarro. Além disso, o Ministério do meio ambiente, promover maior fiscalização as plantações e industrias de tabaco, bem como distribuir nos centros urbanos, lixeiras especiais para coleta de cigarro. Com intuito de que o processo seja menos agressivo ao meio ambiente.