Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 09/11/2020
Próximo ao ano de 1850, em território chinês, houve um alto índice de consumo de ópio, substância psicoativa que viciou grande parte da população. Paralelo ao referido evento histórico, a contemporaneidade combate o tabagismo, prática usual na vida de diversos indivíduos dependentes ou apreciadores da nicotina. Nesse viés, urge discutir as causas e consequências do tabagismo no século XXI.
Em primeira análise, nota-se que os meios midiáticos, por meio da glamorização dos cigarros em produções culturais, é um hábil agente na disseminação do uso da nicotina. Tal perspectiva é observada na série A Coisa Mais Linda, disponível na plataforma Netflix, em que fumar representa sua alta posição econômica. Isto posto, percebe-se que esse costume apresentado de forma errônea pela ficção influencia as pessoas a aderirem à prática, envolvidas pelos supostos benefícios que esta pode trazer a suas vidas e relações sociais.
Em segunda análise, contata-se que a sociedade está submersa no uso do tabaco, e consequentemente enfrenta diversas enfermidades resultantes da disseminação da droga. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, que define o dilema como epidêmico, uma pessoa morre a cada seis segundos devido síndromes relacionadas ao tabagismo. Por conseguinte, a dependência dessa substância representa um grande perigo para a população mundial que sucumbe por doenças respiratórias, câncer de pulmão e riscos de infarto, todos mencionados relacionados à utilização de cigarros.
Diante dos argumentos supracitados, medidas devem ser tomadas para solucionar gradativamente a situação. Portanto, Organizações Não Governamentais de todo o mundo deverão se unir para realizar campanhas contra o uso da nicotina. Isso deverá ser feito por meio de palestras em escolas para conscientizar os jovens e pela distribuição de folhetos em ônibus para atingir os adultos. Dessa forma, espera-se combater o tabagismo e suas consequências.