Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 11/11/2020
Dependência, patologias e óbito. Apesar do Brasil haver a lei do Antifumo que contribui para a diminuição do tabagismo na população, o país convive com celeuma decorrente dos desafios para amenizar o consumo do fumo. Tal situação de instabilidade é evidenciada na música “Fumaça”, da banda Hungria. Fora da canção é evidente que a população brasileira convive com dois dilemas: a dependência da nicotina e os riscos para saúde do fumante. Desse modo só comprova o estado de decadência e desorganização social.
Em contexto inicial, é inegável que existem fatores negativos para reduzir a quantidade de usuários do fumo, visto que o consumo do cigarro é legal por lei. Além de fazer parte de um problema segregacionista, percebe-se a sensação de prazer momentâneo atrelado a essa conduta, uma vez que a prática contínua de fumar condiciona ao vício que é intrinsicamente dominante nesse processo. De forma análoga, a música supracitada confirma a o estado de emoções, ao demostrar na letra que “a fumaça calibra mais uma essência da paz”. Hodiernamente observa-se a ideia de fato social de Durkheim, em que influencia no modo de vida da sociedade, tal como a música direciona aos jovens para o uso do tabaco como forma de integração no meio social. Com isso destaca a necessidade de reverter esse cenário caótico.
Ademais é fundamental salientar as consequências à saúde, já que os sujeitos convivem com estigmas que criam entraves significantes ao bem-estar físico e psicológico. A exemplo disso, dados da Associação Médica Brasileira informam que o tabagismo é a maior causa de morte evitável no Brasil, como também o grande influenciador de câncer de pulmão, com isso só comprova o estado de calamidade que o uso do entorpecente provoca na sociedade. Nesse sentindo, faz-se necessário que o Ministério da Saúde proponha estratégias para solucionar tais impasses.
Em suma, entende-se que o tabagismo deve ser reduzido em proporções extremas. Para que isso aconteça o MS deve intervir por meio de intensificação das políticas públicas e com apoio do SUS, ampliar espaços de dependência química em todas as unidades do sistema para reabilitação dos fumantes, como também disponibilizar profissionais da saúde, como psicólogos e psicoterapeutas, a fim de auxiliar os usuários a erradicar a prática. Bem como disseminar debates em espaços públicos e escolas sobre os malefícios do tabaco, alertando e sensibilizando os jovens, com intuito de evitar o contato com a substância. Com isso, mitigando o fumo e proporcionando vitalidade á todo corpo social.