Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 11/11/2020
É indiscutível que o cigarro incomoda os não fumantes quando se encontram numa situação onde estão perto de pessoas fumando e tem que aturar o cheiro da fumaça no ar, porém, isso já foi muito pior, visto que antes da lei antifumo, não havia fiscalização e podiam fumar em lugares fechados, o que hoje existe um controle.
Desde 2018, foram incluídos nos rótulos dos maços de cigarro, explicitamente os riscos que seus consumidores estariam correndo, e mesmo assim, segundo uma reportagem da revista VEJA, os fumantes ainda subestimam os perigos que o fumo pode trazer à saúde, o que é visto como um retrocesso, após todas as campanhas e lutas contra o tabagismo.
Porém, segundo o G1,uma notícia de 2019, o número de fumantes nos últimos 12 anos caiu 40% naquele ano, menos de 10% da população tinha o hábito de fumar. Conforme o ministério da saúde, existe uma tendência de queda nesse hábito, o que pode ser uma deixa para se aplicar mais restrições para essa prática.
Sendo assim, o ministério da saúde pode por meio de lei e fiscalização rígida, regulamentar a quantidade de tabaco consumida para cada pessoa por ano, o que poderia auxiliar na diminuição ainda maior de fumantes e ainda amparar a saúde das pessoas.