Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 13/11/2020
O documentário “Quanto tempo o tempo tem” retrata a maneira como os seres agem por imediatismo atualmente, devido ao estresse e à busca pela perfeição. Na realidade brasileira, percebe-se que a sociedade é extremamente influenciável e por conta disso se deixa levar pelos vícios que trazem uma felicidade momentânea, tornando este fato cada vez mais recorrente entre os jovens. Nesse sentido, o problema persiste devido à má influência midiática e à insuficiência governamental.
Primeiramente, o silenciamento da mídia dificulta a visibilidade do tabagismo e os problemas que o mesmo pode causar. De acordo com a “OMS” (Organização Mundial da Saúde), o tabaco reduz a produtividade econômica do país, exacerba a pobreza e afeta negativamente os pulmões do consumidor. Dessa forma, pressupõe-se que pessoas no qual utilizam este produto correm sério risco de vida, podendo desenvolver doenças como câncer de pulmão e de estômago, que estão diretamente ligados ao tabagismo. Além disso, o futuro de jovens e adultos brasileiros encontra-se em estado preocupante, uma vez que, existe a falta de incentivo e transparência da mídia para a conscientização da população, estes não investem em propagandas benéficas para o então telespectador. Nessa perspectiva, verifica-se uma falha dos grandes veículos de comunicação que não transmitem a realidade da situação.
Por conseguinte, observa-se uma irresponsabilidade governamental, devido à falta de investimentos dignos na educação, o que acaba por prejudicar jovens em formação. Entretanto, há também uma falha de proteção para com o meio ambiente, que se faz poluído por conta da fumaça emitida pelo cigarro. Contudo, segundo dados do jornal “O Globo”, cerca de 75% das mulheres tem sua taxa de fertilidade reduzida por conta do tabaco, o que pode levar também a abortos espontâneos e nascimentos prematuros. De acordo com Clarice Lispector, “Não basta existir, é preciso também pertencer”. Desse modo, esses fatos revelam o despreparo do atual governo para lidar com as circunstâncias problemáticas referentes à pessoas fumantes e os estragos no meio ambiente.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Assim, cabe ao Ministério da Cidadania, com o apoio do MEC, desenvolver uma campanha nas redes sociais para promover uma solução midiática, por meio da #DigaNãoaoCigarro, a fim de reverter a atual situação de pessoas que se encontram nesse estado calamitante. Destarte, o Ministério da Educação, juntamente ao Judiciário, deve convocar uma sessão no congresso com o objetivo de implementar uma lei que torne obrigatório o ensino das consequências do tabagismo nas escolas públicas e privadas, através de aulas interdisciplinares, para que assim uma sociedade justa seja alcançada.