Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 13/11/2020

Comportamento mimético, malefícios à saúde e distanciamento social. Diversos são os fatores que envolvem o tabagismo na contemporaneidade. Apesar de comprovado cientificamente que o hábito de fumar está ligado a várias doenças, ainda é prevalente nos diversos meios sociais carecendo de medidas que visem a conscientização e tratamento de viciados.

Primeiramente, seres humanos são seres sociais e, por conta disso, anseiam integrar-se a um grupo que lhes forneça segurança e sentido existencial. Por isso o hábito de fumar foi tão disseminado, principalmente, entre os jovens que viram no cigarro um símbolo de rebeldia, liberdade e status. Porém, a juventude não percebeu que apenas compraram uma ideia fomentada pela indústria multimilionária do cigarro.

Além disso, o hábito de fumar está relacionado à comorbidades como câncer e doenças cardiorrespiratórias. Mesmo assim, parte da população ignora esse fato por negligência ou falta de informação, ocasionando perdas humanas, pois pode levar o indivíduo à morte, e perdas econômicas, uma vez que sobrecarrega o SUS (Sistema Único de Saúde) que é financiado por impostos.

Com vistas a minimizar os malefícios provocados pelo tabagismo, o Ministério da Saúde em parceria com as plataformas midiáticas deve promover campanhas educativas, financiadas por verbas federais que persuadam o público em geral dos perigos concretos do fumo. Além disso, é necessário um direcionamento maior de verbas pelo Ministério para o tratamento de usuários, ajudando- os a superarem o vício. Medidas que em curto e médio prazo serão efetivas frente ao tabagismo.