Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 14/11/2020

Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, as Declaração Universal dos Direitos humanos garante a todos os cidadãos a saúde e o bem-estar social. Entretanto, o tabagismo no Brasil se torna um empecilho na sociedade. Dessa forma, é notório que não só a falta de ações governamentais, mas também a falta de apoio familiar torna obsoleto o desenvolvimento do Pindorama.

Precipuamente, é fulcral pontuar que a falta de ações governamentais é uma adversidade presenta na nação. Segundo o filósofo Norberto Bobbio a dignidade humana é uma qualidade intrínseca ao homem capaz de lhe dar respeito e a consideração por parte do Estado. Nessa lógica, é notável que o poder público não cumpra o seu papel enquanto agente fornecedor de direitos mínimos, uma vez que não proporciona ajuda especializada á esses indivíduos portadores do vicio em tabaco, o que caracteriza um desrespeito descomunal á esse público. Desse modo, a vulnerabilidade na qual são submetidos os indivíduos portadores dessa dependência é perceptível no déficit deixado pelo sistema nacional, alegando que o uso do tabaco mata cerca de sete milhões de usuários a cada ano. Tal questão, é inaceitável e atrapalha a isomeria do país.

Ademais, outra dificuldade enfrentada por essa parcela é a falta de apoio familiar. Segundo Rousseu o homem é determinado pelo meio em que vive. Diante disso, se os familiares não estiverem lado a lado desses usuários, sozinhos esses tais não conseguem seguir o tratamento, tornando assim difícil a solução do problema. Desse modo, se as autoridades junto dos familiares não ajudarem essas minoria, mostrando solidariedade e demonstrando aonde o vicio pode levar, o único caminho possível desses seres será a morte ou hospitais, fazendo assim o aumento em gastos para o cofre público, mas também a tristeza das famílias. Nesse contexto, é necessário que a presidência tome precauções.

Portando, é evidente que medidas públicas são necessárias. Sendo assim, o Ministério da Saúde deve oferecer ajuda especializada de forma gratuita para esses sujeitos, deixando evidente o risco que o tabaco trás a saúde e de uma forma que não seja prejudicial fisicamente e psicologicamente. Tais ações devem ocorrer através de clínicas preparas para lidar com tais viciados junto de palestras incentivando esses seres à procura de um tratamento. É imperceptível ainda que os familiares exijam que autoridades deem mais atenção a esse fator em questão, pois todas as vidas são importantes. Afinal, conforme afirmou Rousseau: “a vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos”.