Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/11/2020
O tabagismo no Brasil no século XXI, em comparação com o século passado, reduziu consideravelmente, com base no levantamento da OMS (Organização Mundial de Saúde). No entanto, apesar do número de usuários ter reduzido, hodiernamente, os brasileiros pouco se dão conta dos seus riscos. Logo, é valido citar a falta de alertas mais explícitos e o vício excessivo da droga como agravantes desse infortúnio.
Em primeira análise, é válido citar a ausência de avisos reforçados como óbice nessa problemática, pois colabora com falta de conhecimento do material. Prova disso é o filme “Obrigado por fumar”, no qual o protagonista tenta promover sua linha de cigarros sem os rótulos de perigo. Nessa perspectiva, como ocorre na ficção, empresas não se preocupam com os alertas de perigos nos produtos, em virtude de obterem sucesso nas vendas do fumo, assim, corrobora com o aumento de usuários que não se preocupam com as consequências do uso dessa droga. Dessa forma, é substancial mudanças desse quadro de barreira informacional para combater riscos futuros.
Em segunda análise, o vício desmoderado do tabaco é outro fator recorrente, porque ocasiona compulsão do hábito no usuário. Ademais, no filme “O poço”, Goreng, o protagonista, decide se isolar num tipo de prisão com o intuito de se livrar da dependência do fumo. No entanto, fora da ficção, essa não é a realidade da maioria dos usuários que, em virtude do exagero da prática, não possuem auxílio para se livrar o ato. Dessa maneira, é fundamental intervenção estatal para esse cenário.
Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, responsável por assegurar o bem-estar da população, garantir que a sociedade tenha conhecimento dos perigos do tabagismo por meio de propagandas nas redes sociais e televisão, a fim de que seja alertado os riscos do tabaco. Paralelamente a isso, cabe ao Governo Federal promover apoio aos viciados no fumo por meio do aprimoramento de ONGs de voltado ao uso de drogas, a fim de que seja oferecido auxílio aos indivíduos. Assim, será possível garantir a mitigação dos infortúnios do tabagismo.