Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/05/2021

“Hedoísmo” foi um termo criado por dois filósofos gregos que associaram o ato hedoísta à busca da felicidade para amenizar a dor do sofrimento. Sob essa mesma ótica, é possível associar o ato hedoísta aos usuários de tabaco no século XXI que  abusam dessa substância diariamente para satisfazerem seus prazeres imediatos. Neste sentido, é necessário analizar esse cenário que é causado pela atuação irresponsável da mídia e que gera diversas doeças nos consumidores e na sociedade.

Antes de tudo, cabe ressaltar que o principal motivo dessa adversidade deve-se aos conteúdos midiáticos. Similarmente a isso, é possível evidenciar as pesquisas da comunidade “Truth Orange”, a qual afirma que um a cada três fumantes menores de 18 anos começaram a fumar devido as influências de séries e filmes. Desse modo, torna-se evidente que a má  informação televisiva afeta negativamente no comportamento dos jovens que ainda não possuem uma visão crítica e sensata sobre o assunto.

Outrossim, cumpre ressaltar que as principais consequências da questão são as diversas doenças desencadeadas por esse hábito. De acordo com o médico Drauzio Varella, o fumo causa diversas doenças nos usuários tais como o câncer, a hipertensão arterial, o envelhecimento precoce e a morte do fumante, além de causar grandes sequêlas nos indivíduos que os cercam os quais são considerados “fumantes passivos”. Em vista disso, fica evidente que o tabaco não só é nocivo ao fumante, mas também à toda sociedade brasileira.

Portanto, para que o tabaco não seja mais um problema no Brasil hodierno, medidas devem ser tomadas. Nessa perspectiva, é necessário que as instituições de ensino devam alertar e informar os jovens dos efeitos da nicotina. Isso deverá ser feito por meio de palestras anuais em escolas públicas e privadas por profissionais da àrea, com o intuito de conscientizar os adolescenter sobre essa prática e de criar desde cedo uma visão crítica sobre esse assunto. Tais ações visam conter o impasse de maneira efetiva e democrática.