Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/11/2020
No início do século XX, o tabagismo foi idealizado por filme e suas propagandas como sinônimo de status social, que dava a entender que pessoas que o consumisse seriam glamorosas e livre. Dessa forma, é possível compreender o porquê do crescimento desse mercado ao longo do anos 2000 e ainda, a quantidade de pessoas que são afetadas por ele. Portanto, é fato que o vício nesse produto é um problema para a economia brasileira, como também, para a saúde pública da sociedade.
Primeiramente, é importante pontuar que o tabaco presente no cigarro possui, de acordo com o Sesi Farmácia, uma substância chamada nicotina, a qual é responsável pela dependência química dessa toxina. Com efeito, é evidente que pessoas que estão nessa situação precisam de ajuda, a qual trazem muitos gastos, tanto para família quanto para o país. Ademais, segundo a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio, as consequências desse vício, como doenças, podem custar para o governo cerca de 21 bilhões de reais, que é um prejuízo que poderia ser evitado caso o número de dependentes fosse menor que o atual.
Entretanto, o tabagismo não só é maléfico economicamente, como também acarreta à saúde pública do Brasil. Já que, o Sesi Farmácia evidencia que o cigarro é causador de cerca de 5 milhões de mortes por ano e pode gerar várias outras doenças, como por exemplo, o câncer, em que próximo a 30% do total foi através do vício em tabaco. Além disso, o fumante não influencia apenas ele, mas sim, a sociedade, visto que existe a categoria de pessoas que foram afetadas passivamente pela fumaça. Dessa maneira, é evidente a importância de desconstruir esse vício no país.
Portanto, a fim de conter os problemas e consequências causados pelo tabagismo no Brasil, cabe ao Ministério da Saúde, por intermédio da mídia, criar propagandas educativas, em horários de maior visibilidade, com médicos pneumologistas que comprovem os resultados do vício em fumar. Por fim, essa ação irá minimizar os custos para a economia, como também melhorar a saúde pública do país.