Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/11/2020
“Aquele que não tem tempo para cuidar da saúde vai ter que arrumar tempo para cuidar da doença”, diz o cardiologista Lair Ribeiro. Cuidar da saúde é fundamental para ter uma boa qualidade de vida. Lamentavelmente, nem todos tem essa preocupação e isso acaba por gerar graves consequências a população. Podemos citar como exemplo os casos de tabagismo que vem crescendo exponencialmente no decorrer das últimas décadas. Isso se deve principalmente a cultura do tabagismo que foi implantada nos anos 90 e a falta de politicas públicas.
Em primeiro plano, vale destacar que, a partir do ano de 1900, com o auge da indústria cinematográfica de Hollywood, os casos de tabagismo cresceram de forma alarmante. Diversas cenas eram gravadas com personagens fumando e isso acabou por tornar-se algo idealizado pela sociedade. Entretanto, não se sabia na época o quão nocivo esse hábito poderia ser. Segundo a OMS, mais de 7 milhões de pessoas morrem todos os anos devido ao consumo de tabaco. Com o avanço da medicina e das tecnologias, observou-se que o cigarro pode trazer não só risco aos próprios fumantes como também a pessoas que ficam expostas ao fumo passivo. Portanto, para que vidas sejam poupadas, a cultura do cigarro deve deixar de ser idealizada imediatamente.
Em segundo plano, vale ressaltar que, a falta de politicas públicas é causa fundamental na questão. Segundo Abraham Lincon, politico norte-americano , a politica deve ser serva do povo e não o contrário. A falta de preocupação do Governo com ações, planos e metas para combater os casos de tabagismo acaba por se opor ao que foi dito por Lincon. Isso gera consequências graves á sociedade como o aumento no número de doenças pulmonares, respiratórias e cardiovasculares. Não tomar medidas para o combate desse problema é consentir com o que está acontecendo. Assim sendo, é essencial que o Governo adote medidas para a diminuição no número de casos.
Concluí-se que, é fulcral o combate ao tabagismo no século XXI. Afim de resolver o problema, o Ministério da Cultura, por meio de filmes, peças e novelas, deve desconstruir a cultura do tabagismo. Uma das formas é citar no inicio do espetáculo o mal que aquele hábito pode trazer e deixando de colocar como algo elegante mas sim claramente prejudicial. Além disso, o Governo, por meio de verbas públicas, deve investir não só em estrutura nos hospitais como também dificultar o acesso da população ao cigarro, colocando a idade mínima para o consumo de 21 anos e aumentar a fiscalização de venda para menores de idade. Dessa forma, as pessoas estarão mais conscientes do mal que o tabagismo trás e o número de fumantes e vitimas do cigarro poderá diminuir. Como consequência, a sociedade terá uma melhora na qualidade de vida.