Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 24/11/2020

Promulgada pela ONU em 1948, uma Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde. Entretanto, no Brasil a saúde pública é altamente afetada devido ao tabagismo, que gera vício e prejudica diretamente o corpo humano. Tais consequências são fruto do alto nível de substâncias tóxicas presentes no cigarro, sendo elas 4.700 maléficas. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de tomada de atitudes pelas autoridades para diminuir exponencialmente a frequência do tabagismo.

Em primeira instância, vale destacar que as toxinas presentes no cigarro causam vício e podem gerar doenças psicológicas nos usuários. Sob essa perspectiva, o principal fator responsável por tal é a nicotina, que sem ela, o fumante fica angustiado, de modo que seu psicológico é afetado, visto a sua compulsão pela sensação que o fumo oferece. Além disso, o vício também pode desorientar o usuário de modo que o tabagismo seja sua prioridade, deixando de lado seus bens e sua saúde.

Ademais, é importante ressaltar que as substâncias tóxicas também afetam diretamente na saúde física do usuário. Afinal, a fumaça causada pelo fumo, tem contato com a boca e pulmão, regiões altamente sensíveis a elevadas temperaturas e toxinas, favorecendo assim a diversos problemas nessas regiões. Nesse contexto, uma pesquisa divulgada pela revista Galileu, comprovou tais consequências, afinal, apontou que todos os anos, mais de 781 mil brasileiros ficam doentes e 7 milhões morrem, devido o tabagismo.

Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas serem tomadas para reverter a situação. Urge portanto, que o Ministério da Saúde (MS) elabore medidas sobre os malefícios do tabagismo, por intermédio da propagação das consequências do fumo na saúde dos usuários, para que através das informações divulgadas a população evite tal hábito. Além disso, é de suma importância que o MS garanta suporte psicológico para os fumantes através de seções terapêuticas, para que desse modo não deixem que o vício interfira no tratamento de “desintoxicação”.