Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 26/11/2020

No início do século XX, fumar era considerado tendência para a população, demonstração de luxo e poder, tornando-se presente nos famosos filmes norte-americanos da época. Entretanto, diante do elevado consumo de cigarro no Brasil, é notório que no século XXI a problemática se mantém. Nesse contexto, deve-se analisar como as influências na formação dos jovens e como as possíveis doenças futuras do fumante refletem essa realidade.

Inicialmente, é necessário ressaltar que grande parte dos fumantes iniciam o uso do tabaco jovem por defluências midiáticas ou do meio social. De acordo com o escritor George Orwell, a massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa. Sob essa ótica, constata-se que o discurso introduzido, na modernidade, moldou comportamento do cidadão a acreditar que fumar é uma prática positiva e sem consequências. Desse modo, percebe-se que se faz necessário um posicionamento da propagação do desafio com contornos específicos.

Além disso, o problema não se encerra em si, o consumo do tabaco acarreta doenças, em sua maioria respiratória. Segundo o médico cientista, Drauzio Varella, o sistema de saúde no Brasil é centrado na doença, mas precisa ser centrada na prevenção. Esse cenário evidencia, assim o aumento de fumantes com desinformado dos futuros problemas de saúde. Dessa maneira, é perceptiva a indiligência por parte do estado no que diz respeita prevenção.

Fica evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a concretização de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, para resolver o consumo de tabaco é necessário que o Ministério da Saúde, campanhas publicitárias a fim de alertar os malefícios do cigarro. Cabe ademais, ao Ministério da Educação implantar discussões sobre o tema nas escolas com o objetivo de formar jovens e crianças que não fume. A partir dessas ações promover a diminuição do tabagismo no século XXI.