Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 26/11/2020
No período da Revolução Industrial, o habito de fumar tabaco passou a ser associado a qualidades como charme, elegância e poder. O cinema induzia esta prática, exibindo belos atores fumando e incentivando esse glamour. Os fãs queriam ser como os astros e estrelas, por inferência os imitavam. Entretanto o uso do cigarro se tornou um problema, uma vez que traz consequências negativas, como a dependência do mesmo, além de causar diversas doenças ao organismo.
Em primeiro plano, vale ressaltar que o vício em tabaco tende a se desenvolver em qualquer pessoa que já tenha tido contato com o componente em qualquer forma, seja em cigarros tradicionais ou em dispositivos como cigarros eletrônicos e narguilés. O principal motivo que leva a dependência é a nicotina, um componente altamente viciante. A substância tem efeitos muito rápidos sobre o organismo, e no processo de absorção, o cérebro libera adrenalina, que causa um pico de bem-estar, relaxamento e ânimo. Contudo, na mesma velocidade em que esse pico de sensações acontece, também vai embora. E, então, o corpo passa a necessitar dele novamente.
Em segundo plano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável no mundo, matando 6 milhões de pessoas anualmente. Sendo assim existem pelo menos 50 condições médicas que são diretamente causadas pelo tabagismo. São condições que podem ir de menos graves, como a hipertensão, que é o aumento da pressão arterial, até as mais graves como o derrame e o câncer pulmão.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para a conscientização da população a respeito do problema, urge que o Ministério da Saúde crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nas redes sociais, com o intuito de incentivar a população a criarem o hábito de novas práticas que garanta qualidade de vida e deixem reduzidamente o uso contínuo do cigarro.