Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 27/11/2020
Sete milhões de pessoas no mundo morrem, por ano, devido ao tabagismo, segundo o site paho.org. Evidentemente, é inegável os males que o ato do tabagismo traz consigo, sendo responsável por desenvolver diversos tipos de câncer e, não se limitando a afetar somente fumantes, mas também outras pessoas que tenham contato frequente com a fumaça.
Segundo o Doutor Drauzio Varella, o câncer de pulmão passou de uma doença rara para, depois do surgimento do cigarro, o câncer que mais mata no mundo. Entretanto, esse fato estarrecedor não é suficiente para que os fumantes se distanciem desse mal, visto que é legal dentro da lei, e causa vício pela nicotina, o que dificulta uma possível mudança de hábito do usuário.
Ademais, de acordo com o diretor técnico do Instituto de Câncer de Brasília, além de prejudicar o tabagista, também interfere na saúde de quem, frequentemente, inala a fumaça, sendo essa, mais tóxica do que a que o fumante assimila. Em virtude disso, crianças e adolescentes que convivem com familiares usuários, além de possuírem inclinação ao mesmo vício, também estão expostos aos mais diversos tipos de cânceres e doenças que este causa.
Portanto, cabe ao governo adotar medidas que diminuam o número de usuários e, consequentemente, o número de doenças e mortes relacionados ao cigarro. O Ministério da Saúde deve lançar campanhas que explicitem o alto risco de morte que o cigarro fornece, por meio de gráficos com dados confiáveis, assim como, devem ser alertados sobre os perigos que causam aos não fumantes, com o fito de conscientizar, devidamente, os fumantes e diminuir a incidência dessa prática.