Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 28/11/2020
A partir do século XVI, durante o período colonial, o tabaco tornou-se um dos principais produtos de extração e de comércio para grande parte do mundo e, a partir dele, fabricava-se charutos e outros artefatos para consumo. Porém, ao longo dos anos, constatou-se, cientificamente, que a prática do fumo é extremamente danosa à saúde das pessoas e ao meio ambiente, e é preciso analisar tais problemas e suas consequências relacionadas ao tabagismo no século XXI.
Primeiramente, o hábito de fumar revela um obstáculo para o pleno organismo dos usuários, visto que o cigarro, principal item utilizado pelos fumantes, possui diversos componentes prejudiciais. Nesse sentido, segundo a plataforma virtual de saúde Sesi Farmácia, apenas uma unidade de tal produto, fabricado com tabaco, contempla mais de quatro mil substâncias tóxicas que, ao entrarem em contato com os pulmões, são capazes de causar câncer e outras complicações ao corpo. Consequentemente, as pessoas que efetuam a prática em questão passam a abandonar um bom estilo de vida e a colocar seus futuros em risco.
Outrossim, a natureza é afetada, intensamente, pelo tabagismo, em razão da fumaça nociva provocada pelos artefatos do gênero. A respeito disso, o filósofo José Ortega afirma: “eu sou o que me cerca. Se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo.”, para justificar a importância da proteção ambiental. No entanto, os compostos químicos liberados no ato do fumo, como o monóxido de carbono e a amônia, poluem o ar e trazem malefícios à população e, dessa forma, interferem negativamente no ecossistema e no bem-estar da sociedade.
Em vista do exposto, é dever das autoridades minimizar os problemas do tabagismo no século XXI. Assim, cabe ao Poder Público, na figura do Ministério da Saúde, promover campanhas de combate ao hábito de fumar, de modo a divulgar seus riscos nas redes sociais mais utilizadas, como Facebook e Instagram, no fito de diminuir os usuários da prática. Somente assim, a saúde popular e ambiental poderá ser poupada.