Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 30/11/2020

Nas décadas de 40 até 70, era comum em  filmes como a Casablanca (1942), a presença de um personagem material,sendo ele o cigarro, visto que tornava as pessoas escravas do seu uso e era aplicado como uma das características daqueles cenários. Dessa forma, é perceptível que esse objeto faz parte há muitos anos da sociedade. No entanto,ainda que tal prática tenha diminuído ao decorrer do tempo,ela ainda é constante na federação brasileira. Nesse sentido, é necessário debater e propor soluções acerca desse problema ocasionado não só por uma negligência legislativa ao que tange o uso do cigarro por parte dos  jovens,mas também uma questão de saúde pública pelas doenças geradas.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que o vício do fumo tornou-se algo constante e normal na vida de alguns jovens,ao passo que é comum em festas e ambientes semelhantes, ser visível que os efebos desfrutem do tabaco,. Nessa perspectiva, é importante ratificar a Lei nº 5253/19, a qual proíbe a venda de cigarros ou outros produtos fumígenos a menores de 21 anos. Entretanto, apesar dela  ser promulgada, é de conhecimento social o consumo do fumo por aqueles que ainda não possuem tal idade. Dessa maneira, convém validar tal argumento com os dados do site G1,pois ele afirma que no ano de 2017 foi registrado que 8,5% dos jovens eram fumantes. Logo, aquilo que é determinado pela Constituição não é satisfatoriamente aplicado na prática.

Além disso, outro ponto relevante nessa temática trata-se das consequências ocasionadas pelo uso constante do cigarro e ,consequentemente, o tabagismo. Dessarte, é imprescindível conhecer a sua definição, uma vez que isso pode ser determinado como  uma toxicomania caracterizada pela dependência física e psicológica do consumo de nicotina, substância presente no tabaco. Nesse ínterim, é cognoscível argumentar sobre os possíveis malefícios gerados a partir do uso do cigarro, entre eles destacam-se as doenças respiratórias e também as cardiovasculares. Prova disso são os dados informados pelo Instituto Nacional do Câncer, em que afirmam que no Brasil 428 pessoas morrem a cada 24 horas devido à dependência à nicotina, o que torna-se uma questão de saúde pública. Destarte, apesar de algo drástico ainda não  são realizadas medidas  para reduzir tal feito.

Portanto, vê-se a necessidade de solucionar o tabagismo e suas consequências na sociedade brasileira,afim de que a sociedade não seja mais escrava da nicotina. Para isso,urge ao Ministério da Saúde submetido ao Governo,por meio de uma legislação, fiscalizar se aquilo que é determinado na constituição encontra-se aplicado de forma coesa, com visitas frequentes em estabelecimentos que comercializem o cigarro e também a implementação de mais casas para os dependentes. Somente assim, será possível a construção de uma sociedade livre diferente daquela vivida nos filmes.