Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 28/11/2020
Na estética hollywoodiana do início do século XX, o tabaco era amplamente glamourizado pelo cinema, pelos jornais e pela própria sociedade da época. Entretanto, décadas depois, tal glamour deu espaço a uma série de malefícios causados por esse produto, dentre esses, a dependência química e as enfermidades provocadas por ele, como o câncer de pulmão.
A princípio, tem-se que um dos problemas causados por essa droga é o vício químico dos usuários. Platão, filósofo clássico, afirma que o importante não é viver, mas viver bem, porém, na ausência de qualidade de vida, a vítima fica exposta a alternativas destrutivas de sobrevivência. Nesse sentido, o cenário de aflições psicológicas, desemprego, dívidas, entre outros, favorece esse hábito nocivo com frequência proporcional à necessidade do indivíduo, essa ampliada pela nicotina.
Ademais, preocupa-se com os impactos sobre a saúde das pessoas. Segundo uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde, o tabagismo é a segunda principal causa de mortalidade do mundo. Nesse sentido, sabe-se que, além do óbito, os usuários podem sofrer com diversas patologias, como câncer, as quais têm um custo bilionário para os cofres públicos, como apurado pela Revista Galileu.
Faz-se necessário, portanto, que o Ministério da Saúde providencie medidas de controle para o uso do tabaco, por meio de campanhas informativas acerca dos males causados, bem como a criação de programas públicos que promovam a substituição do uso da droga por outra atividade saudável e eficaz que alivie a necessidade neurológica do indivíduo. Espera-se, com isso, atenuar os danos infligidos às vítimas e prevenir a adoção do hábito pelos demais.