Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 29/11/2020

O tabagismo tem se tornado uma situação agravante para humanidade, resultando inúmeras problemas de saúde para os usuários. Segundo o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) afirma que 9,3% dos brasileiros possuem o hábito de fumar. Diante desse dado, percebe-se que é importante tomar medidas extremas para as pessoas viciados no tabaco, pois além de trazer problemas a saúde, pode também ter consequências em diversos fatores como no gastos públicos, poluição, dentre outros.              Em primeiro plano, é importante destacar que no dia 31 de maio foi criado o dia para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. Entretanto, mesmo com os avisos colocados pelo governo os indivíduos ainda ignoram totalmente o fato dos efeitos do tabagismo. Nesse contexto, as principais doenças que pode resultar são cardiovasculares, o câncer de pulmão e a DPOC (enfisema e bronquite cônica) que pode levar á morte. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano.                                                                                                                      Em segundo plano, há consequência no gastos públicos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer e o Ministério da Saúde apontaram numa pesquisa um gasto de 56,9 bilhões de reais por ano no Brasil, sendo 39,4 bilhões com despesas médicas. Nesse sentido, fica evidente, pois se não houvesse enfermidades causado pelo fumo, essa verba financeira poderia ser empregado, na área da saúde, para combater outras doenças, e até mesmo em outros setores como a educação e segurança.                               Portanto, é necessário a decisão de providência emergenciais, com intuito da diminuição dos fumantes. Assim sendo, o Poder Público criar uma lei por meio do Estado, que proíba o uso do cigarro em qualquer lugar, para que seja reduzida ao máximo número de usuários. Com isso, terá atenuação nos gastos públicos para as doenças causada pelo tabagismo.