Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 29/11/2020
No Brasil, no início do século XXI, os primeiros portugueses ao desembarcaram no país encontraram o cultivo de tabaco em quase todas as tribos. Para os índios a planta possuía caráter sagrado e era consumida de diferentes formas, como comida, bebida e até mesmo mascada, mas o hábito de fumar, predominava e está formar de consumo se propagou ao longo dos anos. Com o passar do tempo, o tabagismo cresceu e hoje atinge grande parte da população brasileira, prejudicando não só a saúde, mas também o meio ambiente.
Produtos como, charutos, fumo para cachimbos e cigarros, são derivados do tabaco e responsáveis por prejudicar a saúde dos consumidores. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 9,8% da população brasileira possui o hábito de fumar. Tal hábito desencadeia inúmeras doença, como mortalidade prematura, doenças respiratórias e vários tipo de câncer. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo mata mais que a soma de mortes por aids, cocaína, heroína, álcool, suicídio É acidentes de trânsito.
Semelhantemente, o tabaco produz efeitos ao meio ambiente desde o seu cultivo. Além de, requerer o uso de muita água e energia para sua produção, a planta também necessita do uso de agroquímicos que contribuem para o desmatamento. O descarte de plástico, maços e bitucas de cigarros de forma irregular, também causam danos a natureza, de acordo com especialistas do Controle de Tabaco, os resíduos de tabaco contém mais de 7 mil substâncias químicas tóxicas, que envenenam não só a atmosfera, mas também o solo, rios e mares.
Em suma, o Ministério da Saúde deve promover políticas públicas que incentivem o combate ao tabagismo e a preservação da natureza, com palestras feitas por profissionais da saúde que dêem assistência aos que sofrem com o tabagismo e orientem a população a descartar os resíduos corretamente. Afim de que, uma sociedade conheça o tabagismo e como ele prejudica não só a saúde, mas também ao meio ambiente.