Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 29/11/2020

Tabagismo nos dias atuais

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos o direito à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, o cenário atual mostra o contrário do esperado, uma vez que o tabagismo impossibilita que parte da população desfrute desse direito na prática.Esse cenário deletério é fruto tanto do malefício geração à saúde humana, quanto do aumento de consumo entre jovens. Faz-se necessária a discussão desses aspectos.

Em primeira análise, é fulcral pontuar o tabaco como um malefício à saúde humana, trazendo impactos negativos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 8 milhões de pessoas morrem decorrentes ao tabagismo por ano, já que o fumante adquire, não ocorre a tempo, diversos problemas cardíacos e respiratórios. É válido lembrar que, cerca de 1,2 milhão dessas pessoas são passivas, ou seja, inalam fumaça dos usuários ativos, consequentemente, acarretando na sua morte.

Por outro viés, o aumento do consumo entre jovens e adolescentes retarda a resolução do empecilho.Conforme os dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 24 milhões jovens entre 13 e 15 anos já fumam cigarro. Partindo desse pressuposto, é evidente que esse hábito de fumar cedo, leve os jovens a se tornar dependente desse malefício, futuramente podendo sofrer com problemas de saúde. Essa problemática é um mal a ser combatido.

Diante dos fatos supracitados são preparados para a resolução da problemática. Cabe ao Ministério da Saúde em parceria com os órgãos públicos, investir em especialistas que tenham o domínio do tema, promover campanhas que enfatizem os riscos e as consequências das drogas lícitas para uma população por meio de palestras nas instituições de ensino.O intuito de tal iniciativa é conscientizar uma população sobre o uso maléfico dessas drogas e riscos que pode acarretar futuramente. Somente assim essa questão será minimizada no Brasil.