Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 29/11/2020
Durante o período Colonial no Brasil, os indígenas utilizavam o Tabaco na cura de enfermidades que atingia as tribos na época. Contudo no Brasil, o consumo do cigarro encontra- se cada vez mais corriqueiro entre as pessoas que acabam negligenciando os danos que sua saúde pode sofrer. Diante disso, a influência mediática e a ineficiência legislativa são fatores perpetuantes da problemática.
A priori, é fulcral salientar que a influência da mídia é um fator agravante da questão. Tendo em vista que, é bastante comum vemos em filmes e novelas norte americanas a banalização de fumar um ‘‘cigarrinho" entre os atores, estimulando ainda mais o seu consumo entre os indivíduos. Em face disso, infelizmente, a tese do filósofo Adorno Horkheimer de que a mídia influência na conduta do individuo, é corroborada.
Além disso, a ineficiência legislativa coloca o Brasil ainda mais distante de superar o obstáculo. De acordo com o estudo publicado do Jornal Brasileiro de Pneumonia, cerca de 86% dos fumantes que tentaram comprar cigarro não formam impedidos. Sob esse prisma, fica nítido ,lamentavelmente, que a ausência e ineficiência das leis que regem a fiscalização estão contribuindo para o alastramento do impasse.
Logo, é evidente que o tabagismo no Brasil contemporâneo assume uma postura antagônica do período Colonial. Sendo assim, é papel da mídia em conjunto com o Ministério da Saúde, por meio de reportagens e campanhas exibidas em rede nacional, com intuito de alertar a população referente ao consumo da droga. Ademais, recai sobre o poder legislativo reforçar a fiscalização na comercialização do Tabaco, acionando também o poder Judiciário para que atue na criação de leis mais eficazes. A fim de resgatar os ideais indígenas e mitigar o impasse.