Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 29/11/2020
No álbum musical “Quebra-cabeça”, lançado na década de noventa, o músico Gabriel, o pensador, retrata diversos entraves sociais observados naquele contexto, como o tabagismo no país. Esse cenário fictício é percebido quando observados no contexto brasileiro sobre o combate ao tabagismo no século XXI. Nesse contexto, é imperioso notar que a carência de programas de saúde para recuperação de viciados em tabaco, bem como a falta de assistência com os jovens, estão entre os principais intensificadores dessa problemática.
Em primeiro plano, vale ressaltar que o desafio ocorre em razão da ausência de programas que visem a recuperação dos dependentes em tabaco. Exemplo claro desse contexto é retratado na pesquisa realizada pelo Hospital do Coração (HCOR), relatando que o consumo do tabaco está associado a 30% das mortes por câncer, sendo 90% de pulmão. Sob esse cenário, contata-se que a falta de projetos de intenção ao tratamento desse vício, na modernidade, é responsável por ampliar o número de pessoas doentes, o que leva ao aumento do índice de mortes preveníveis. Dessa forma, entende-se a importância de ações que atenuem esse quadro.
Em segunda análise, é incontrovertível que a ausência de acompanhamento com os jovens colabora com a perpetuação desse cenário. Para entender essa lógica, pode-se mencionar o documentário “Universitários que fumam”, produzido pelos alunos da Universidade de Guarulhos. Outrossim, a obra narra histórias de jovens que consomem o cigarro, evidenciando motivos que acarretam o ato. Com base nisso, percebe-se um prejuízo à ordem social, sendo imprescindível a dissolução desse impasse.
Portanto, caminhos devem ser elucidados para combater o tabagismo no Brasil na atualidade. Sendo assim, urge que o Governo Federal, como instância máxima de administração executiva, deve promover programas para a recuperação de dependentes em tabaco, por meio de verbas, a fim de melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. Ademais, as escolas, em parceria com a família, devem realizar projetos, por intermédio de palestrantes, com a participação de psicólogos e especialistas, que debatam acerca das consequências do tabaco, com o objetivo de diminuir o consumo do mesmo entre os jovens. Feito isso, o conflito vivenciado na música não se tornará realidade.