Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 29/11/2020

Combate ao Tabagismo

O tabagismo assola a sociedade brasileira, causando severos estragos psicológicos e físicos nós usuários. Conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de pulmão é o segundo mais comum entre homens e mulheres, e está em primeiro na taxa de mortalidade. Fato que, resulta graças a influência que o jovem tem, seja de amigos ou familiares. E o pensamento dos cidadãos de que o cigarro não agrava tanto a saúde, já que, no país ele é uma droga lícita.

Primeiramente, deve-se analisar a realidade capitalista em que se vive. Nela, o governo usa o cigarro como fonte de capital, deixando seu acessos fácil em tudo o pais, sem se importar com a saúde das pessoas, pois nele, há uma substância chamada nicotina, que produz minutos de êxtase para o usuário, assim o viciando e o obrigado a comprar desenfreadamente tal droga, que por sua vez, adentra no organismo e causa altos maléficos cardiovasculares, como, por exemplo, hipertensão. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, fumantes possuem até três vezes mais chances de sofrerem infartos do miocárdio, e falecerem.

Além disso, muitos indivíduos começam a se drogar na adolescência, induzidos pelos amigos que oferecem um cigarro, ou então, por familiares que usufruem do produto, assim enxergando esse ato como o certo a se fazer. Com base em dados do IBGE, 58,3% dos fumantes iniciaram o hábito do fumo entre 15 e 19 anos. Fator que corrobora para a ansiedade e depressão na vida do jovem.

Portanto, de acordo com essa realidade, evidência-se que é necessário, que o Ministério da Saúde em parceira com órgãos públicos, como medida paliativa, deve investir em especialistas que dominem o tema, promovendo anúncios e campanhas que enfatizem os riscos e consequências das drogas lícitas, por meio da mídia e palestras em instituições de ensino e unidades de saúde pública. Dessa forma, está questão será minimizada no Brasil.