Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/11/2020
O tabagismo é responsável pela morte de uma a cada dez pessoas no mundo, somente no Brasil mais de 156 mil mortes são por conta do cigarro. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) salienta que os resíduos de tabaco contêm mais de sete mil substâncias tóxicas, diversas delas cancerígenas para o ser humano, que envenenam também o meio ambiente e ajudam a provocar o efeito estufa.
Segundo o cardiologista e coordenador do Programa Estadual de Controle do Tabagismo no Amazonas, Dr. Aristóteles Comte de Alencar, “As doenças causadas pelo fumo atingem mais os homens do que as mulheres, porém, a diferença é mínima”. Com isso ele assegura que 90% dos casos de câncer no pulmão é devido ao uso do tabaco, e que o percentual de pessoas que conseguem deixar o vício sem nenhum tipo de ajuda é de apenas 5%.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA), desenvolveu um programa chamado ‘‘Tabaco ou Saúde’’, cujo objetivo é estimular e apoiar políticas e atividades controle do tabagismo, e no apoio à elaboração da Convenção para o Controle do Tabaco, idealizada pela OMS para estabelecer padrões de controle do tabagismo em todo o mundo.
Portanto, o governo deve investir nos programas de conscientização ao não uso do tabaco, pois essa substância afeta negativamente a vida das pessoas e a economia do país, trazendo um grande gasto nos tratamentos de doenças, sendo que muitas vezes o indivíduo acaba não resistindo pois se tornou um usuário há muito tempo, e consequentemente as vezes o quadro do paciente se torna quase impossível de reverter. E criar campanhas ao descarte correto, pois o meio ambiente sofre grandes impactos com as toneladas de cigarros que são descartadas de forma incorreta pela população fumante.