Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/11/2020
O tabaco é uma planta que teve origem na América Central, sendo utilizado pelos índios como repelente de insetos. Vem a vinda dos espanhóis colonizadores, o produto adentrou a Europa, onde criou-se o hábito de fuma-lo. Hodiernamente, o tabagismo é um dos grandes problemas para a saúde global, pois além do consumo ter sido estimulado décadas atrás, sua prática causa inegáveis problemas à saúde do fumante e das pessoas ao seu redor, o que gera despesas desnecessárias aos serviços de saúde pública do Brasil e do mundo.
Em suma, necessita-se analisar o avanço do hábito de fumar e sua relação com a mídia. A partir da década de 1950, notou-se um crescente número de propagandas nos principais veículos de comunicação da época que associavam o cigarro à saúde e cura de algumas doenças, torna-se recorrente a utilização de celebridades ou de médicos nos comerciais. Entretanto, com o avanço da medicina, as novas pesquisas em relação ao tema concluem que o tabaco era altamente nocivo à vida e a censura foi imposta aos anúncios. Nesse contexto, o avanço do tabagismo foi, infelizmente, impulsionado pela mídia, o que deu início à geração de acidentes, que manipulados pela mídia e acreditando nas propriedades medicinais do cigarro, desenvolveram diversos problemas respiratórios.
Outrossim, os efeitos causados do fumo são drásticos e geram consequências aos cofres públicos. De acordo com a OMS, o tabagismo é a primeira não classificação de causas de morte evitável do mundo, e o terceiro lugar é decorrente dos acidentes decorrentes. Com o tempo, o usuário adquire diversos efeitos resultam como a dependência química por nicotina e o aumento da chance do desenvolvimento de câncer. Dessa forma, um papel público de saúde papel fundamental em absorver essa parcela afetada e tratar sua saúde. Contudo, tais recursos médicos médicos do nicho, podendo ser diminuídos através do desestímulo ao consumo, sendo inadmissível uma inércia governamental no combate dessa prática que corrobora o gasto desnecessário de uma verba que poderia ser revertida em outros projetos.
Por conseguinte, medidas são necessárias não só para reduzir o consumo do cigarro, como também para tratar as pessoas já afetadas. Urge que o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, desenvolva campanhas anti-tabagismo na mídia,