Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 30/11/2020

Devido a legalidade do cigarro tornou-se comum o ato do consumo, e é a droga que mais mata no século atual, mais de 5 milhões de pesssoas vieram a óbito, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Nessa decorrência o custo baixo do produto pode esconder graves consequências sendo elas o dano a saúde e a dependência química.

Em relação a isso, nota-se que com a dependência em substâncias tóxicas, a nicotina é uma das razões para o falecimento de muitos indivíduos, causando doenças malignas entre ela o câncer pulmonar, de laringe e faringe, que se perpétua ao longo do século XXl, segundo dados do Vigitel/2019, o percentual total de fumantes com 18 anos ou mais no Brasil é de 9,8%, sendo 12,3 % entre homens e 7,7 % entre mulheres. Sendo assim, a idade média de experimentação de tabaco entre os jovens brasileiros é de 16 anos de idade, tanto para meninos quanto para meninas. Nacionalmente, a frequência de fumantes jovens do sexo masculino tende ser maior do que do sexo feminino.

Com o valor proporcionado no cigarro faz com que, a droga tenha livre acesso mundial acarretando riscos danoso a vida, dados divulgado pela Paho, quase 80% dos mais de 1,1 bilhão de fumantes em todo o mundo vivem em países de baixa e média renda, onde a carga das doenças relacionadas ao tabaco e morte é mais pesada. A Lei 12.546 em 2012, criou uma política de preços mínimos para os cigarros, quando o preço mínimo passa a ser de três reais. Desse modo, o acesso barato e legalizado tornou-se acessível para os fumantes manter-se o uso diário e dependente dessa droga.

Portanto, cabe ao Ministério da Saúde enrijecer a lei antifumo de 2011, que proíbe fumar em locais fechados e aglomerados. Necessitando que o Ministério da Saúde invista em campanhas promovendo a conscientização, levando o indivíduo viciado para um acompanhamento adequado para largar o vício. Urgindo do Ministério da Saúde e Ministério da Educação (MEC), promova campanhas em escolas enfatizando os jovens a evitar contato com a droga. Por fim, solucionando a médio e longo prazo essa problemática do tabagismo no século 21.