Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 09/12/2020

De acordo com o filósofo Sêneca, “faz parte da cura o desejo de ser curado’’. Ao relacionar o pensamento do filósofo com a preocupante toxomania (dependência em nicotina) no século XXI, torna-se importante ressaltar os grandes malefícios do hábito tabágico e, ainda, demonstrar os impactos socioambientais no planeta caudados pela produção e consumo de produtos derivados do tabaco.

Por esse prisma, o tabagismo torna-se responsável por causar aproximadamente 50 enfermidades diferentes. Nesse sentido, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o tabaco, a cada ano, mata mais de 8 milhões de pessoas em todo o mundo e em 2020, com a pandemia do covid-19, os fumantes estariam mais propensos a desenvolverem as complicações do vírus. Visto isso e afim de alertar a população dos riscos de doenças advindas do fumo, também percebeu-se que nicotina com corona vírus era uma das piores combinações.

Ainda nesse viés, o meio ambiente e a economia fragilizam-se (muito) pela fumicultura. Conforme a OMS, especialistas determinaram que os resíduos de tabaco contêm mais de 7 mil substâncias químicas tóxicas, as quais envenenam a atmosfera, solos, mares e os rios. Além disso, a organização alertou uma despesa de 10% com cigarros nos investimentos familiares. Sendo assim, nota-se como o tabagismo prejudica o bem-estar humano como um todo.

Infere-se, pois, que a necessidade de atenuar essa problemática. Assim, o Ministério da Economia deve elevar os preços dos produtos derivados de tabaco, por meio do aumento dos imposto, a fim de reduzir o número de fumantes. Além disso, o Ministério da Saúde e do meio ambiente devem formular campanhas que gerem conscientização na população, por intermédio de meios de comunicação, como as redes sociais e a televisão, com o objetivo de diminuir os danos -irreversíveis- no ambiente e no corpo humano, pelo abandono do vício. Feito isso, ao seguir o pensamento do filósofo, a sociedade terá maior qualidade de vida.