Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 08/12/2020

O tabaco é uma planta descoberta pelos indígenas, e possuía fins religiosos e medicinais, décadas depois a mesma foi usada como elemento cultural e identitário, mas na contemporaneidade do que era um “status” social, transformou-se em uma doença grave ou que pode levar uma dependência física e psicológica, além dos problemas pulmonares como o câncer de pulmão. Diante desse cenário, é lícito analisar os malefícios dessa toxicomania e como a negligência das entidades públicas agrava essa problemática.

Em primeira análise, é correto afirmar que o povo tende a agir segundo o conceito de menoridade, do filósofo Immanuel Kant, no qual as decisões pessoais são confidenciais pelo intelecto e influência de outro. Evidencia-se, assim, que através de propagandas comerciais, filmes, séries e influenciadores digitais, a indústria do tabaco se fortaleceu, o que leva ao aumento desenfreado no número de precedência, e consequentemente, através da nicotina, substância tóxica responsável pela dependência, que é absorvida pelos pulmões, uma chance do indivíduo desenvolver câncer de pulmão é aumentar e pode levar outros órgãos a possuírem um mau funcionamento .

Outrossim, a negligência governamental é um fator que contribui de forma para o tabagismo. Isso se deve por que o povo compartilha valores culturais e sociais, impacto a influência sobre o outro, e dessa forma as entidades públicas podem não conseguir frear o consumo do mesmo. Ademais, o baixo auxílio pecuniário do governo para a criação de políticas públicas ou locais para o desenvolvimento de exercícios físicos agrava ainda mais o hábito de fumar arraigado no tecido social hodierno, visto que atividades físicas são essenciais para quebrarem um certo vício.

Infere-se, portanto, que o tabagismo é um grande desafio no Brasil. Sendo assim, o Governo Federal, como instância máxima de administração executiva, deve promover locais públicos de reabilitação, através da implementação de academias populares e clínicas de recuperação, como também merchandising social responsáveis ​​pelos grandes riscos do hábito de fumar e locais para iniciar um possível tratamento, a fim de reduzir o número de mortes das doenças pulmonares e também diminuir a toxicomania. Afinal, conforme afirma Rousseau: “uma vontade geral deve emanar de todos para ser aplicada a todos”.