Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 14/12/2020
A frase " O Ministério da Saúde adverte: fumar faz mal a saúde" exposta pelo o Governo Federal na televisão e nas embalagens do cigarro, remete na orientação quanto as consequências do seu uso. Infelizmente, tal afirmação se concretiza no cenário global brasileiro, embora há inúmeras pessoas doentes devido ao fumo. Dessa forma, evidencia-se um problema grave, em razão da omissão da sociedade que impera e dificulta sua resolução.
Deve-se destacar, de início, a alienação social como um dos complicadores do problema. Nessa perspectiva, a máxima do filósofo Aristotéles, afirma que " a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade". Haja vista que, a falta de responsabilidade dos indivíduos em se informar em relação ao cuidado com a saúde, auxilia para o alastramento de fumantes, pois vários desses não são contrariados a respeito dos malefícios. Logo, a falha contribui significativamente para o surgimento de doenças.
Em virtude disso, há como consequências o indíce de mortes no país. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o cigarro mata em torno de 70.000% da população por ano. Como desdobramento, o alto valor da taxa é proveniente da negligência social, que não se importa com a própria saúde e não faz apelo contra o produto. Com isso, essa inaceitável razão precisa ser modficada.
Faz-se preicso, portanto, ações para colocar me pauta o tabagismo no Brasil. Desse modo, o Ministério da Saúde junto com a mídia deve implementar na sociedade a importância de não fumar, por meio de uma campanha mensal. tal plano deve focar na sociedade com atendimentos de profissionais da área, palestras sobre as consequências do tabaco e vídeos expostos nas redes sociais com relatos de ex fumantes, a fim de fazer com que a população diga não ao cigarro. Dessa maneira, a frase dita pelo o Governo terá mais atenção na realidade dos brasileiros.